SOPRO - a fantasia também é co-criadora da memória.

O projeto visa refletir sobre as imagens e sua relação com a memória, reconhecendo a poética da dissertação imagética familiar através de álbum de família, traçando um paralelo entre as imagens e a própria memória.
Este projeto parte de uma pesquisa em álbum de família, fazendo um recorte das imagens femininas, tendo como figura central a matriarca, que tem 84 anos, e que participa da instalação com a narração do áudio, além das fotografias.
O que se pretende é levantar uma metáfora da memória e seus labirintos, assim, são feitas sobreposições de imagens utilizando ferramentas de tratamento de imagem como um jogo de aparecer, desaparecer, reaparecer, como algumas memórias que muitas vezes não sabemos se são conceitos que realmente presenciamos ou se foram criados em nossa mente a partir de histórias escutadas na esfera familiar.
As imagens das mulheres da minha família, que se fundem em determinados momentos, são uma metáfora da minha memória, que é o lugar onde todas existem, às vezes com um perfume, uma casa, uma refeição preparada, às vezes com algum apagamento.

        




































 

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